Vivenciando Ambientes Organizacionais de Logística em São Paulo

Vivenciando Ambientes Organizacionais de Logística em São Paulo

Objetivando vivenciar o ambiente organizacional de empresas brasileiras, uma turma composta por 21 estudantes dos cursos de Logística, Gestão Financeira e Gestão de Micro e Pequenas Empresas estará realizando uma viagem de estudos ao Estado de São Paulo. A viagem que iniciará no dia 05 de maio, terá ainda o acompanhamento de dois professores. 

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Mudança na norma contábil de arrendamentos! O que fazer?

Mudança na norma contábil de arrendamentos! O que fazer?

A partir de 1º de janeiro de 2019 passou a vigorar a NBC TG 06 (R3) que traz mudanças em relação à contabilização dos arrendamentos mercantis para as empresas arrendatárias. Tais mudanças não são aplicáveis às organizações que estão sob o escopo do CPC PME – Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas.

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Dicas para realizar bons inventários de estoques

O inventário é um procedimento significativo para as organizações suportarem a existência física de seus estoques, nos controles internos e na contabilidade. Porém, muitas organizações não dispensam o tratamento necessário a este procedimento. Essa negligência pode resultar em informações relevantes inconsistentes no processo organizacional e, consequentemente, em relatórios com opiniões modificadas pelos auditores independentes.

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Controles Internos e a Logística

Visto que a logística tem como escopo controlar o deslocamento de materiais, desde os fornecedores até o consumidor final, não deve ser ignorada a complexidade de seus processos. Tal complexidade poderá resultar em aumento do risco de geração de informações inadequadas para os gestores, prejudicando a consecução dos objetivos de negócio, de divulgação e de conformidade das organizações. O primeiro objetivo relaciona-se com a eficácia e eficiência operacional. O segundo objetivo refere-se à divulgação de informações às partes interessadas (acionistas, bancos, governo etc.). O último objetivo é relativo ao cumprimento de normas, ou seja, compliance. Uma forma de mitigar o referido risco, é por meio da implementação de controles internos.

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A UBIQUIDADE AINDA VAI AFETAR A SUA VIDA E SEUS NEGÓCIOS

Atualmente, tem se falado muito no uso de tecnologias móveis e na ubiquidade. De acordo com Leite (2008), ubique é um termo que vem do latim e significa por toda a parte, ou seja, compreende a utilização das Tecnologias de Informação em qualquer lugar e a qualquer momento, rompendo as barreiras impostas pelo tempo e pelo espaço. Diante deste contexto, levanto a seguinte questão: como a ubiquidade afetará o nosso dia a dia e os nossos negócios?

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O comércio exterior e a logística

 

Cristina Marmitt
Ma. em administração – Coordenadora do Curso de Comércio Exterior da Univates.

Há várias razões para uma empresa se internacionalizar. Dependendo do porte da empresa, a internacionalização é a forma encontrada para expandir a sua cobertura de mercado quando o mercado nacional já está saturado. Outra razão pode ser, tanto para empresas de grande porte como de pequeno porte, fortalecer a marca a nível nacional por ter se tornado uma empresa global. Isto traz reconhecimento e credibilidade do consumidor local. Outras vantagens que se tem ao ingressar nesse novo universo são: o acesso a novas tecnologias de produção e o aumento na escala produtiva, o que pode reduzir os custos e gerar aumento de lucratividade; a utilização de novas tecnologias para a realização de negócios, assim como a formação de novas parcerias estratégicas, pois as empresas na maioria das vezes precisam se adaptar a uma nova realidade.
Como se pode ver, o comércio exterior traz várias vantagens às empresas, mas para que este processo seja realizado com sucesso, além de encontrar clientes que, as vezes, podem estar do outro lado do planeta, a empresa deve se preocupar com todas as etapas logísticas envolvidas, como: buscar fornecedores de matéria prima, produzir, armazenar e buscar o melhor modal de transporte para levar o produto nas condições ideais até o destino final. Todo este processo faz parte do papel do profissional de logística e deve ser feito com eficiência, pois além de ter que manter a integridade do produto, o mesmo deve chegar para o cliente a um preço competitivo.
Em relação à logística de transporte o Brasil, ainda enfrenta um grande problema que é a dependência do modal rodoviário no transporte interno. Como o Brasil é um país de grande extensão territorial e não se tem uma estratégia de ligação entre ferrovias, rodovias, portos fluviais com portos marítimos, o transporte pode encarecer o produto e fazer com que o preço do produto não seja competitivo no mercado internacional. Em relação ao transporte para fora do país, o profissional da logística deve avaliar os custos e características do modal escolhido, por exemplo: o modal aeroviário pode ser o mais rápido, mas também o mais caro dependendo o tipo de produto, ou o modal ferroviário ter o custo mais baixo, mas não chegar até o ponto acordado no contrato de venda da mercadoria, não sendo assim possível utilizá-lo.
Desta forma pode-se concluir que o comércio exterior precisa de uma logística eficiente e que os profissionais do comércio exterior e da logística devem trabalhar em parceria para conseguir atender e satisfazer as necessidades dos seus clientes.

A importância da documentação no serviço logístico

Você já esteve em algum restaurante, posto de combustíveis ou outro ambiente consumindo os serviços e na hora de pagar a conta alguém lhe perguntou: você precisa de nota ou recibo?

Por mais simples que possa parecer essa pergunta, quando um motorista, um comprador, um vendedor, ou outro profissional da logística estiver a serviço de sua empresa, documentar os fatos econômicos e financeiros das operações é de suma importância para a contabilidade das organizações, base para a apuração dos resultados e do patrimônio das organizações, bem como para a apuração de tributos.

O processo de apurar os resultados das organizações significa gerar informações sobre o valor das receitas geradas pelas vendas e o respectivo custo dos serviços prestados, das mercadorias ou produtos vendidos, bem como outros gastos necessários para a realização das atividades operacionais, desde a compra de materiais até a entrega ao consumidor final.

Tais informações também evidenciam a lucratividade e a rentabilidade do negócio, bem como a remuneração do capital investido, permitindo avaliar o desempenho das organizações e saber da continuidade de suas operações.

Bem, frisamos novamente que todas essas informações somente são possíveis a partir da documentação hábil e idônea emitidas pelas organizações como comprovante das transações realizadas. Ademais, esta documentação reveste-se de prova em matérias judiciais ou extrajudiciais em que a empresa possa estar envolvida.

Professor Adriano José Azeredo – Mestre em Ciências Contábeis pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos